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Mulheres Selvagens – Espécie em Risco de Extinção

A mulher atual está acuada entre a pressão do trabalho, ser a mãe, a esposa, a filha e ter que chegar em casa e não poder descansar porque precisa cuidar de sua casa, de sua relação e se encontra muitas vezes, em uma situação paralisante.

Foi desenvolvendo o seu lado masculino que a mulher conquistou um lugar mais próximo do equilíbrio para atuar na sociedade. Porém com toda esta luta por um espaço, a velha sabedoria feminina foi sendo esquecida e perdeu a sua força.

 

Como resgatar a força feminina?

 

A mulher encontra esta força feminina, livre e revitalizante, quando tem a oportunidade de embalar uma criança, amamentar um filho, se dedicar a um relacionamento e também ao assistir um pôr-do-sol, ao ouvir uma música que faz vibrar seu coração, através de palavras que tocam sua alma, quando dança em roda ao som de um tambor, quando honra as mulheres de sua linhagem feminina.

São nesses instantes de inspiração e de beleza, no íntimo feminino que percebe-se que a mulher selvagem, que estava a pouco esquecida, ainda habita nossa alma e está viva aguardando o seu chamado.

 

Como vive a mulher selvagem?

 

Quando a mulher não consegue ouvir o chamado ela começa a sentir-se impotente, insegura, hesitante, bloqueada, incapaz de realizações, sem criatividade, escolhendo parceiros, empregos ou amizades que lhe esgotam a energia e sofre por viver em desarmonia com seus ciclos e percebe-se inerte, inconstante, incapaz de se preservar e fixar limites. Você já se sentiu assim?

Uma mulher saudável sabe onde encontrar a força vital. Ela atua com consciência de sua força, ela se sente plena, leal, viva. As mulheres não foram feitas para serem frágeis, com medo de agir, com medo de enfrentar os desafios e de exprimir sua opinião.

Já está na hora da mulher selvagem aflorar em você! É necessário fertilizar e cultivar o terreno que parecia árido mas que está repleto de sementes. Precisamos ocupar nosso corpo com segurança e orgulho independente dos dons e limitações deste corpo, falar e agir em defesa própria, estar consciente, alerta, recorrer aos poderes da intuição que são inatos às mulheres.

 

O que é cultivar o feminino?

 

Cultivar o feminino é estar entre fêmeas,  falar sobre seus sonhos, compartilhar idéias, sentimentos, impulsos e recordações. Se tornar fonte de luz para outras mulheres que ainda estão hesitantes em seu caminhar. É percorrer um caminho entre contos e flores. É desenvolver a paciência, a paz e o balanço que renovam as ideias. É meditar, dançar, cantar e escrever. Resgatar a intuição como iniciação e se aproximar da velha sábia que vive em nós. É encontrar os limites entre a raiva e o perdão. É não deixar morrer suas fontes de calor. É recuperar sua sexualidade sagrada seu fogo interior e dar muita risada ativando nossa libido como um bálsamo fortificante.

Se você está buscando resgatar a mulher selvagem que vive em você e se sentiu chamada, participe de nosso encontro Cultivando o Feminino

Nestes encontros mensais iremos,  inspiradas nos contos arquetípicos do livro da Clarissa Pinkola Estès, “Mulheres que Correm com Lobos”, trabalhar os arquétipos na abordagem Junguiana, refletir sobre as histórias e conhecer os florais californianos e tudo isso com pitadinhas de escrita, costura, pintura, risada e muita conversa. Participe! As histórias deste livro são um bálsamo medicinal, quando ouvimos, relembramos e nos conectamos com nossa alma feminina.

Quer conhecer melhor o Cultivando o Feminino? Entre em contato com a gente: Quero participar do Cultivando o Feminino

Luiza Paterno

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